
Brasil perde a cabeça após gol e é eliminado pela Holanda na Copa do Mundo
O que costuma tirar você do sério? O que o deixa “P” da vida? O que faz você perder o controle? Atire a primeira pedra quem nunca “soltou os cachorros” diante de um inocente ou falou sem pensar direito e acabou se arrependendo depois.

Nervosinho ??
É muito comum acompanhar pela imprensa autoridades que perderam o equibilíbrio em situações corriqueiras do dia-a-dia. Algumas autoridades deixam o jogo de cintura em casa e perdem literalmente o rebolado na frente de todo mundo.
Um caso clássico foi protagonizado pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab que agrediu um manifestante chamando-o de “vagabundo” aos gritos. Na época o gráfico Kaiser Paiva reivindicava o direito de trabalhar e sustentar a sua família. Havia sido aprovado um projeto chamado cidade limpa que limitava a propaganda em vias públicas. Esta nova lei abalaria drasticamente alguns setores da propaganda em São Paulo. Alguns dias depois lá estava o prefeito Kassab pedindo desculpas ao manifestante.
O nervosismo devido a pressão sobre os jogadores do Brasil foi um dos motivos da derrota nesta sexta (2/07) da Holanda.
Robinho se destacou no primeiro tempo, mas sumiu no segundo. Kaká mostrou que ainda não está 100% e que jogou a Copa “baleado”. Ele se esforçou. Muitos se esforçaram. Mas só esforço não ganha Copa do Mundo.
O descontrole emocional também entrou em campo e foi decisivo. Felipe Melo, autor da bela assistência do gol brasileiro, foi a prova disso. O volante não se conteve, como prometeu, e prejudicou o Brasil no segundo tempo com sua expulsão aos 28min. A seleção passou a fazer cara feia, a brigar em campo. Mas só cara feia não ganha Copa do Mundo.
Controlar os impulsos e instintos negativos de raiva, explosão e nervosismo é fazer com que uma situação se torne positiva e a nosso favor.
Faltou concentração. Faltou eficiência. E faltou a criação. A habilidade e o improviso que ameaçaram aparecer no primeiro tempo não voltaram do intervalo. O time burocrata fracassou. Sobrou união, mas faltou futebol.


